Um espaço de respiro para tecer novos sentidos à existência: à singularidade antes do diagnóstico.

Psicoterapia para adultos fundamentada na Fenomenologia Existencial. Acolhimento ético e humanizado para questões de saúde mental, ansiedade, transições de vida e autonomia pessoal

O sofrimento atravessa o corpo e marca a nossa existência. Na clínica, ofereço uma escuta que acolhe a sua autenticidade, permitindo que você compreenda a própria lente e descubra novos modos de se mover pela vida, tecendo novos significados para habitar a própria pele com mais presença.

Saúde Mental e Existência

Apoio qualificado para o manejo de ansiedade, depressão e burnout, oferecendo um espaço seguro para compreender as angústias, os dilemas contemporâneos e resgatar o sentido da própria vida

Transições e Movimentos de Vida

Acompanhamento clínico para momentos de mudança, lutos, transições, condições de saúde ou novos ciclos. Um convite para ressignificar sua história e encontrar firmeza em meio aos desafios.

Subjetividade e o Ser Mulher

Um olhar sensível voltado à subjetividade feminina, abarcando questões de gênero, sexualidade, autonomia e as complexidades de ser mulher no mundo contemporâneo.

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Quem sou Eu:

Psicóloga formada pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), com seis anos dedicados à escuta clínica no manejo de angústias, ansiedade e depressão. Meu percurso fundamenta-se na Fenomenologia Existencial, uma abordagem que prioriza a sua experiência única no mundo, pautada pela ética, pela autonomia e pela singularidade da sua história, para além de qualquer diagnóstico.

Especialista em Psicologia da Saúde do Adulto pelo HCFMRP-USP, trago uma trajetória de acolhimento em contextos de vulnerabilidade e transições de vida. Minha experiência clínica permite compreender profundamente os impactos que mudanças, desafios existenciais e o enfrentamento de condições crônicas ou processos de adoecimento físico exercem sobre a subjetividade. Ofereço um espaço de suporte para que o paciente encontre formas de continuar caminhando com essas questões, integrando a experiência do corpo ao seu sentido de vida.

Atualmente, mestranda em Saúde da Mulher pela FMRP-USP, onde pesquiso as intersecções entre sexualidade, gênero e autonomia. No consultório, transformo esse rigor científico em um espaço de respiro e investigação, ajudando você a tecer novos sentidos para seus desafios e angústias.

Unindo ética e experiência, proponho um encontro onde possamos compreender como você se relaciona consigo mesma e como pode habitar a própria história com mais presença e sentido.

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Caroline Biancheti | Psicóloga

| psicoterapia online - fenomenologia existencial
| mestranda em saúde da mulher - USP
| contato ⬇️

“Escutar o outro é escutar realmente o que ele diz, e não o que nós, ou ele mesmo, gostaria de ouvir. Escutar o que realmente alguém sente ou expressa, e não o que seria mais agradável, adequado ou confortável sentir. Escutar o que realmente está sendo dito e pensado, e não o que nós ou ele deveríamos pensar e dizer.” 
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(trecho retirado do livro O Palhaço e o Psicanalista).
Nosso corpo não é apenas um objeto: ele guarda nossas vivências, experiências e o modo que nos relacionarmos com tudo ao redor. Quando o mundo parece pesado ou sem sentido, é o nosso corpo vivido que está sentindo essa falta de espaço.
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O processo terapêutico é um convite para um outro olhar. Não para cura de  algo quebrado, mas para a tomada de consciência de como nos movemos pela vida. Quando compreendemos a nossa própria lente, ganhamos a liberdade de criar novos significados e, assim, habitar a própria pele com mais presença e contorno.
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E você, como tem habitado a sua pele ultimamente?
Habitar o novo exige o tempo da demora.

O caminho até a padaria muda, o cheiro das ruas antigas se perde e o mapa precisa ser reaprendido. É o corpo que estranha primeiro: a altura da nova bancada, a luz que entra pela sala tem outro tom, o aviso sonoro das crianças que brincam na vizinhança todos os dias no mesmo horário.
Mudar é lidar com o estranhamento, é reconstruir o próprio mundo. É também habitar o desconforto das coisas boas.

O sentido não é algo que se encontra pronto, ele é inventado através do cuidado. O cuidado de pendurar as molduras, de colocar flores no vaso, de se demorar costurando memórias junto aos nossos. Como já disse Leminski, “Por isso o próprio da natureza do sentido: ele não existe nas coisas, tem que ser buscado, numa busca que é sua própria fundação”. Que possamos encontrar beleza nessa busca.

Vamos conversar?

Fique à vontade para me escrever. Entrarei em contato em breve para entendermos como posso te ajudar. Todo o contato é feito em um ambiente seguro e com total sigilo.